Instituto Brasileiro de Relações com Investidores. Fundado em 1997, é formado por profissionais ligados à Área de Relações com Investidores. Presente em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o Instituto é uma associação sem fins econômicos, que congrega pessoas físicas, ligadas direta ou indiretamente à área de RI das principais companhias do país.
Sua principal missão é contribuir para a valorização e desenvolvimento desses profissionais e criar valor para os associados, através de ações voltadas à formação de profissionais bem como o fortalecimento da função e da área de Relações com Investidores.
O Instituto segue as boas práticas de Governança Corporativa tendo as seguintes definições em seu Estatuto Social:
- Os integrantes da Diretoria Executiva não poderão integrar o Conselho de Administração;
- Conselho Fiscal permanente, eleito pelos associados, devendo este opinar sobre os relatórios da Diretoria Executiva e do Conselho de Administração;
- Instituição do Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética, composto pelos ex-Presidentes do Conselho mais três indicados de ilibada reputação.
Além disso, todas as Comissões Internas do Instituto possuem Regulamento Interno que estabelecem a finalidade de cada uma. O Presidente Executivo é membro permanente de todas as Comissões.
Os órgãos de deliberação e administração do IBRI são os seguintes:
- Assembléia Geral - é o órgão máximo do IBRI e, após regular convocação e instalação, deliberará sobre qualquer assunto submetido à sua apreciação.
- Conselho de Administração - é o órgão administrativo máximo do IBRI, sendo composto por 09 Conselheiros, todos eleitos pela Assembleia Geral Ordinária, conforme processo eleitoral definido no Estatuto e Regulamento Interno.
- Diretoria Executiva – Órgão responsável pela execução das atividades definidas no âmbito do Conselho de Administração, é indicada pelo Conselho.
- Conselho Fiscal – Órgão composto por 3 integrantes, associados ou não ao Instituto, eleitos pela Assembleia Geral Ordinária, tem a função de opinar sobre os relatórios da Diretoria Executiva e Conselho de Administração antes de serem apresentados às Assembleias Gerais.
- Comitê Superior de Orientação, Nominação e Ética – é composto pelos ex-Presidentes do Conselho de Administração e mais três indicados de ilibada reputação.
- Comissões Internas – Técnica, Desenvolvimento Profissional, Divulgação, Internacional, Novos Associados e Sustentabilidade. Cada uma das Comissões possuem Regulamento Interno, onde são estabelecidas as finalidades de cada uma.
Para saber mais informações sobre a estrutura do IBRI, bem como o papel do Conselho, Diretoria e Comissões, acesse http://www.ibri.com.br/sobre
Com o objetivo de orientar os profissionais de RI sobre as melhores práticas de conduta em seu trabalho, o IBRI lançou em abril de 2006, o Código de Conduta do Profissional de Relações com Investidores. O IBRI acredita que a adoção de normas rigorosas de conduta no dia-a-dia dos profissionais de RI é essencial para a credibilidade das mensagens que serão transmitidas pela empresa.
O Código, que foi elaborado com o máximo de rigor e atualização profissional, está baseado em quatro princípios éticos inter-relacionados: Transparência; Equidade; Franqueza e Independência; e Integridade e Responsabilidade.
4.1) Transparência
A prática da transparência é indispensável para que se construa um clima de confiança no mercado de capitais. Portanto, é fundamental que o profissional de RI se comunique de forma transparente com seus públicos estratégicos.
4.2) Equidade
A disseminação de informações deve observar, além dos requisitos de clareza, amplitude e atualidade, o principio básico da equidade, segundo o qual nenhum usuário de informação possa ser beneficiado por tratamento privilegiado. Cabe aos profissionais de RI assegurar-se, por todos os meios ao seu alcance, de que qualquer informação seja disponibilizada ao mesmo tempo a todos os públicos interessados.
4.3) Franqueza e Independência
O profissional de RI deve zelar pela veracidade da informação que distribui, para que seja completa e confiável, sem meias-verdades/distorções que enfatizem o lado positivo do fato ou que soneguem/atenuem os aspectos menos favoráveis. Deve estar convicto de que a informação completa e sincera só trabalha em favor da reputação da empresa, fortalecendo a credibilidade da organização e do profissional.
4.4) Integridade e Responsabilidade
O primeiro princípio a ser observado pelo RI é o respeito pelas leis do País e pela regulamentação oriunda dos órgãos que disciplinam seu mercado de trabalho (CVM, Banco Central, Bolsa de Valores etc.). Nenhuma ação deve ser iniciada antes que a indagação sobre legalidade tenha sido respondida afirmativamente. O uso de qualquer informação, para vantagem pessoal, configura transgressão grave desse princípio.
É composto por membros efetivos e colaboradores:
- Membro efetivo é aquele que se enquadra na definição de profissional de Relações com Investidores;
- Membro colaborador é pessoa física não qualificada como profissional de Relações com Investidores.
O órgão máximo do IBRI é o Conselho de Administração, que é composto por 09 conselheiros. Compete ao Conselho de Administração, entre outras funções, fixar as diretrizes gerais do IBRI, orientando e supervisionando suas atividades, além de indicar e aprovar os nomes do Diretor Presidente e dos demais integrantes da Diretoria Executiva do Instituto.
Já a Diretoria Executiva é composta por 6 diretores, tem entre outras competências, a de buscar novos associados, representar o IBRI e propor a realização de atividades que visam agregar valor ao profissional de RI.
Além do Conselho e da Diretoria, o IBRI também possui diversas Comissões que tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do Instituto.
* Mais informações sobre a Estrutura do IBRI, bem como o papel do Conselho, Diretoria e Comissões, acesse o Estatuto Social e os Regulamentos Internos do Instituto no site www.ibri.com.br
Atividade destinada a estreitar o relacionamento entre a companhia aberta e os investidores, sejam estes atuais ou potenciais. Ela combina atividades de comunicação corporativa, finanças e marketing, fornecendo ao mercado informações precisas acerca do desempenho empresarial e societário e suas perspectivas, a atividade permite à companhia participar do processo de formação de preço de suas ações. Além de ser uma área estratégica, pode significar um importante diferencial de qualidade para a reputação corporativa da companhia aberta. O profissional de RI é o interlocutor responsável pela reputação da empresa, agregação de valor e grau de liquidez dos papeis.
- Desenvolvimento da cultura de companhia aberta junto ao público interno;
- Ampliação de uma base acionária pulverizada;
- Atuação como porta-voz da companhia na comunicação formal com o mercado e com a imprensa econômica;
- Contribuição para definir a estratégia corporativa e idéias que agreguem valor;
- Avaliação contínua das respostas do mercado à atuação da companhia e promoção de reflexão interna, com outras áreas da empresa, para avaliar novas alternativas para melhor atender aos acionistas / stakeholders;
- Planejamento e execução de divulgação de informações obrigatórias e voluntárias;
- Relacionamento com os órgãos reguladores, entidades e instituições do mercado, bolsas de valores e mercados de balcão;
- Integração do programa de comunicações entre as diversas áreas;
- Acompanhamento das Avaliações/Análises feitas sobre a companhia, bem como das condições de negociação dos valores mobiliários da empresa;
- Coordenação e acompanhamento dos serviços aos acionistas e respectivas assembléias;
- Reuniões públicas e individuais com Analistas de Investimento, Acionistas e Investidores Potenciais;
- Atendimento à mídia eletrônica, acadêmicos e demais stakeholders.
- Atuar como embaixador da empresa e do país, estimulando os investidores estrangeiros a conhecer a economia brasileira e criando oportunidades de negócios;
- Destacar junto ao público externo a evolução da infra-estrutura e do ambiente regulatório nacionais.
Ao mesmo tempo em que aumenta o interesse das companhias pela abertura de capital dentro dos melhores padrões de governança corporativa, cresce o papel estratégico e a responsabilidade do RI dentro da estrutura corporativa, com espaço próprio na gestão e buscando patamares diferenciados de atuação.
Cabe ao profissional de RI atuar simultaneamente em dois sentidos: levando informações da companhia para seus públicos estratégicos e trazendo para a empresa o necessário retorno (“feedback”) que irá mostrar as demandas e necessidades desses públicos. O resultado será o aperfeiçoamento das práticas internas e o melhor atendimento possível das solicitações do mercado.
A atuação do RI como porta-voz da companhia é peça chave para criar e consolidar a reputação corporativa em vários níveis de comunicação. O executivo de RI é o porta-voz de sua empresa para a comunidade financeira – acionistas, analistas, Bolsa, órgãos reguladores e imprensa, e deve estar preparado para atuar tanto em tempos de calmaria como de crises ou adversidades. Para que seu trabalho faça diferença de fato, ele deve compreender perfeitamente o que essa comunidade espera da companhia, identificar demandas presentes e potenciais. A etapa seguinte é conhecer todos os fatos da empresa – institucionais, administrativos, financeiros, operacionais, comerciais, internacionais, relacionamento com funcionários, atuação cultural, responsabilidade social e ambiental, ética, relacionamento com a mídia e com o conjunto dos públicos externos – antes de falar publicamente sobre qualquer ponto.
O profissional de RI tem como responsabilidade assegurar que esse contato traga o máximo de transparência e transmita segurança ao mercado, cuidando também de resguardar as grandes estratégias da companhia sem prejudicar a divulgação da real situação da empresa. Cabe ao RI programar e conduzir todos os contatos com o mercado de maneira equilibrada. Ele cumpre o papel de fiel da balança para que investidores e analistas tenham todas as condições de avaliar adequadamente a companhia tanto em termos financeiros, como operacionais e estratégicos. Trata-se de administrar as expectativas dos agentes do mercado em relação à empresa e oferecer informação qualificada.
Além do tradicional e maior evento da categoria na América Latina – Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais – o IBRI desenvolve ao longo do ano diversos outros eventos e seminários sempre voltados para temas ligados à área de RI, que agregam valor a esses profissionais. O IBRI também realiza cursos em parceria com outras entidades do mercado como o “Curso de Introdução ao Mercado de Capitais” que é realizado semestralmente. Além disso, o IBRI realiza em parceria com a FIPECAFI-USP, o MBA do Brasil em Finanças, Comunicação e Relações com Investidores.
O IBRI também pode contribuir para o desenvolvimento desses profissionais através de artigos, apresentações e livros, que estão disponibilizados em seu website.
O Instituto promove ainda debates sobre diversos temas de interesse do mercado de capitais, por meio de sua Comissão Técnica, levando assim aos associados informações atualizadas sobre o mercado.
Para contornar da melhor maneira esses momentos e minimizar a perda de valor para a companhia, é indispensável contar com uma política de transparência e com um trabalho previamente estruturado. Cabe à área de RI informar ao mercado como está sendo enfrentada a crise pela alta direção da companhia, quais os exatos motivos que a geraram e quais as expectativas de equacionamento dentro de um determinado período de tempo.
Admitir o problema e reconhecer suas dimensões é o primeiro passo para uma estratégia eficaz em momentos de crise, abrindo caminho para que a companhia, seus administradores e executivos consigam manter ou recuperar a confiança do investidor. Uma das prioridades nesse sentido é a criação de comitês internos que irão atuar de acordo com estratégias bem definidas para diferentes tipos de problemas e adversidades.
Transparência, respeito às normas de conduta ética e disponibilidade para fornecer explicações devem ser um princípio rigoroso dentro da companhia. Ainda o estabelecimento de políticas de negociação e divulgação aumentam a transparência da companhia. Se a imagem corporativa estiver fortalecida junto ao mercado por esse comportamento aberto e ético, a administração de crises será uma tarefa bem mais simples para a área de RI gerenciar.
É característica essencial da área de RI organizar seu trabalho de modo a atender adequadamente a demanda de todos os públicos estratégicos da companhia no que diz respeito ao fornecimento de informações de modo democrático e ágil.
Para estabelecer uma política de divulgação de informações (que são obrigatórias) eficiente é preciso elaborar um conjunto de objetivos, instruções ou indicações, de modo a se levar a termo um plano, uma ação, um negócio etc.
Os principais desafios são:
Estabelecer um padrão de comportamento no que se refere ao tratamento da informação, tais como definir objetivos, dar instruções e indicações de procedimento.
Gerar entendimento das pessoas ligadas à política de divulgação.
Persuadir as pessoas a seguirem fielmente a política definida.
Oferecer informações voluntárias ao mercado é uma das prioridades na estrutura de planejamento da área de RI, que deve ser pautada pela busca de um modelo eficiente de divulgação que consiga abranger não apenas a apresentação de metas corporativas e setoriais, mas também uma série de dados gerados pelas mais diversas áreas da companhia.
A política de divulgação deve considerar que o mercado demanda, em ritmo crescente, um volume considerável de informações operacionais, técnicas e comerciais, efeito da globalização da economia e do interesse mais abrangente dos investidores a respeito de todos os indicadores capazes de alterar o desempenho futuro da companhia.
Esse atendimento inclui um programa extenso e permanente de visitas dos analistas, investidores e outras partes interessadas à companhia, reuniões públicas e individuais, além da participação em eventos públicos que estejam relacionados à atividade corporativa e setorial, dando maior visibilidade à política de disseminação de informações.
O CODIM – Comitê de Orientação para Divulgação de Informações ao Mercado – criado em abril de 2005, tem por objetivo discutir e sugerir a utilização das melhores formas de divulgação de informações das companhias abertas para os seus mais diferentes usuários, através de pronunciamentos de orientação a serem produzidos e disseminados no mercado por todas as entidades participantes direta ou indiretamente deste Comitê.
A coordenação do CODIM é realizada em conjunto pela APIMEC e pelo IBRI, e composta por 2 (dois) representantes de cada uma das seguintes entidades: ABRASCA, AMEC, ANBIMA, ANCOR, APIMEC, BM&FBOVESPA, CFC, IBGC, IBRACON e IBRI. A CVM participa ainda como membro observador.
Para mais informações acesse o site do CODIM: www.codim.org.br
Em junho de 2006, o IBRI firmou acordo de cooperação e intercâmbio operacional com a BM&FBovespa. O acordo tem por objetivo a cooperação em assuntos relacionados à área de RI, ou seja, a realização de atividades (estudos, cursos e eventos) em conjunto, proporcionando o aperfeiçoamento dos profissionais de RI e estreitando o relacionamento entre esses profissionais, companhias de capital aberto e investidores.
Além disso, foi criada a Comissão Permanente composta pelas duas entidades, com o objetivo de coordenar os trabalhos a serem desenvolvidos pelas entidades.
O IBRI e a CVM firmaram, em março de 1999, Convênio de Cooperação e Intercâmbio Científico e Tecnológico. O objetivo do convênio é o aperfeiçoamento dos profissionais de RI através de atividades realizadas em conjunto entre as duas entidades, além do estreitamento do relacionamento entre os profissionais com a autarquia. As atividades abrangem projetos de pesquisa, cursos, palestras e seminários voltados para o aperfeiçoamento profissional.
Além disso, o IBRI e a CVM, juntamente com outras 07 entidades, compõe o Comitê Consultivo de Educação que objetiva desenvolver projetos que contribuam para promover melhores padrões de educação financeira da população. Um dos projetos desse Comitê é o Programa TOP que tem por objetivo promover a educação financeira para professores, que atuam assim como multiplicadores do conhecimento adquirido.
É característica essencial da área de RI organizar seu trabalho de modo a atender adequadamente a demanda de todos os públicos estratégicos da companhia no que diz respeito ao fornecimento de informações de modo democrático e ágil.
Para estabelecer uma política de divulgação de informações (que são obrigatórias) eficiente é preciso elaborar um conjunto de objetivos, instruções ou indicações, de modo a se levar a termo um plano, uma ação, um negócio etc.
Os principais desafios são:
- Estabelecer um padrão de comportamento no que se refere ao tratamento da informação, tais como definir objetivos, dar instruções e indicações de procedimento.
- Gerar entendimento das pessoas ligadas à política de divulgação.
- Persuadir as pessoas a seguirem fielmente a política definida.
- Oferecer informações voluntárias ao mercado é uma das prioridades na estrutura de planejamento da área de RI, que deve ser pautada pela busca de um modelo eficiente de divulgação que consiga abranger não apenas a apresentação de metas corporativas e setoriais, mas também uma série de dados gerados pelas mais diversas áreas da companhia.
- A política de divulgação deve considerar que o mercado demanda, em ritmo crescente, um volume considerável de informações operacionais, técnicas e comerciais, efeito da globalização da economia e do interesse mais abrangente dos investidores a respeito de todos os indicadores capazes de alterar o desempenho futuro da companhia.
- Esse atendimento inclui um programa extenso e permanente de visitas dos analistas, investidores e outras partes interessadas à companhia, reuniões públicas e individuais, além da participação em eventos públicos que estejam relacionados à atividade corporativa e setorial, dando maior visibilidade à política de disseminação de informações.
Em março de 2006, o IBRI e o Instituto Chiavenato de Educação firmaram convênio de cooperação com a finalidade de desenvolvimento de atividades conjuntas de formação e disseminação da cultura de Relações com Investidores entre estudantes e profissionais da área de Administração. Para tal, tem realizado palestras para os docentes que atuam como multiplicadores de conhecimento.
Espaço no site do Instituto, onde são publicados os Boletins de Mercado de Capitais, elaborado pelo conceituado escritório de advocacia Pinheiro Neto Advogados, com o qual o IBRI mantém parceria desde março de 2006. O objetivo do Espaço é contribuir para o aprimoramento dos profissionais de RI, no tocante as questões jurídicas. O Instituto também replica o conteúdo do Espaço Jurídico presente no site da Bovespa.
www.ibri.com.br/educacao/espaco.asp
Curso organizado pela FIPECAFI – Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (órgão de apoio institucional ao Departamento de Contabilidade e Atuaria da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) em convênio com o IBRI. O curso lançado em 2001, tem início todo mês de março e possibilita aos profissionais uma visão global em negócios e o entendimento conceitual e operacional das diversas atividades relacionadas com o mercado financeiro e de capitais e mais especificamente com as atividades de Relações com Investidores.
Sobre o curso:
É constituído de 17 disciplinas, perfazendo o total de 372 horas/aula, com duração mínima de 18 meses. As aulas são ministradas aos sábados, das 08:00 às 14:00 horas. Além do tempo em sala de aula prevê-se um conjunto de atividades extra-classe.
O processo seletivo é realizado através de entrevista e análise curricular. A grade é composta de matérias de economia, comunicação e marketing, mercados financeiro e de capitais e Relações com Investidores. Há ainda aulas ministradas pela Bovespa e CVM (Comissão de Valores Mobiliários), além de um módulo no exterior (opcional) que inclui visita à Bolsa de Nova Iorque e outras instituições ligadas ao mercado de capitais.
Preços, condições de pagamento e mais informações:
FIPECAFI – Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras.
Site: www.fipecafi.org
Tel.: (011) 2184-2020 com Sr. Leandro Oliveira
E-mail: mbari@fipecafi.org
IBRI – Instituto Brasileiro de Relações com Investidores.
Tel.: (011) 3106-1836 com Sr. Salim Ali.
E-mail: ibri@ibri.com.br
Além dos acordos já citados anteriormente, o IBRI possui outros acordos com entidades e instituições do mercado, a saber:
Apimec Distrito Federal, Minas Gerais e Nordeste (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) –– Buscam a disseminação de informações sobre a área de RI nos portais das Apimecs. Acordos firmados em julho/2005 (MG), julho/2006 (DF) e abril/2007 (NE).
Portal Acionista – Disseminação de informações sobre a área de Relações com Investidores no Portal Acionista. (Firmado em agosto/2006).
Revista Executivos Financeiros – Firmado em novembro de 2006, busca a disseminação de conceitos da área de RI, além da publicação de matérias com foco nas tecnologias disponíveis para a área de Relações com Investidores.
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